Neste número de Latusa Digital voltamos a contar com artigos de nossos colegas da Seção Rio, do ICP-RJ e de uma convidada da AMP, além de contribuições para as seções Corta e Cola, Resenhas e Trocando Figurinhas. A partir desta edição, temos acesso direto às seções de cada número, tanto pela página inicial como pelo link Números Anteriores, tornando mais prática a navegação.
Em Freud e o oculto, Cristiane Alberti suscita o debate sobre a relação entre ciência e psicanálise, ao tratar da postura curiosa e sem preconceitos de Freud em relação ao ocultismo, apoiando-se na leitura lacaniana que une oculto e real. Dóris Diogo, em seu artigo, aborda a intervenção de Vik Muniz numa comunidade de catadores e nos esclarece, com sua elaboração sobre arte e psicanálise, o papel da invenção nos artifícios de socialização. Em Cifra-me ou te devoro, Dinah Kleve também se debruça sobre a contribuição da arte no campo psicanalítico, partindo de seu trabalho nas oficinas “da Palavra” e “de Teatro”, cujos efeitos atuaram na estabilização de pacientes psicóticos.
Na seção Trocando Figurinhas, Fernando Coutinho se vale do instigante filme Melancolia de Lars Von Trier, para tratar do mal estar contemporâneo e de como um sujeito pode se localizar frente ao Outro que não existe, servindo-se ou não dos semblantes.
Vicente Gaglianone traz a elaborada resenha de um capítulo do livro de Laurent El sentimiento delirante de la vida, que trata do autismo e da psicose.
Em Corta e Cola, convidamos o leitor a entrar no debate sobre a medicalização das doenças mentais a partir do vídeo El marketing de la locura – vendiendo la enfermedad cujo link está disponível.
Esperamos que vocês aproveitem esse novo número de Latusa Digital!
Naiana Cordeiro |