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Para que serve um Pai? Usos e versões
artigos
Retrato
falado de um totem sem tabu (ou a hipermodernidade sertaneja)
Marcus André Vieira
O
pai da alma - Marcela Antelo
Declinações
do pai em Lacan - Sérgio Laia
O
psicanalista é um sinthoma -Tania Coelho dos Santos
A
clínica da pai-versão: um adeus ao pai morto
- Jésus Santiago
A
escrita e o real: uma nota de introdução
- Cristina Duba
O
amor e o pai - Mirta Zbrun
Do
mito ao real: vicissitudes da transferência - Elza
Marques Lisboa de Freitas
Pai,
modernidade e toxicomania: versão do pai e diagnóstico
diferencial na toxicomania - Cláudia Henschel
de Lima e Vera Aragon
Usos
e versões do pai: a interpretação analítica
hoje - Paula Borsoi
A
interpretação baseada no pai: o jogo entre metáfora
e metonímia - Mônica Rolo
Nós
da escola e Nome-do-Pai - Monique Vincent e Ruth
Helena Pinto Cohen
seminário
Do
Pai universal ao pai singular – Fabián Abraham
Naparstek
seção
clínica
Uma
normalidade que faz mancha - Esthela Solano-Suarez
Ava,
uma submulher – Catherine Lazarus-Matet
Usar
para separar - Maria do Rosário C. do Rêgo
Barros
O
monstro de chocolate e fumaça: construções
de uma criança - Maria Inês Lamy
Para
que serve um pai ... freudiano - Cássia Maria
Rumenos Guardado
Novos
sintomas, velhas estruturas - Lenita Bentes
A
lição das psicoses ordinárias: orientar-se
para o real - Jacques Borie
Amor
em fuga - Silvia Baudini
Por
uma “existência de discurso” - Marie-Hélène
Briole
Uma
invenção de corpo abolida pelo Pai - Marcia
Mello de Lima
lance
d'olhos
Uma
margem para o pai - Heloisa Caldas
O
que resta do pai - Gustavo Dessal
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